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Dia Mundial da Pólio: por que a vacina inativada (VIP) ainda importa para crianças, adultos e viajantes

No dia 24 de outubro, o mundo lembra a luta contra a poliomielite, doença que não tem cura e só pode ser prevenida com vacina. Veja como a vacina inativada entra no calendário da criança e quando adultos que vão viajar precisam de reforço.

Equipe Instituto HórusPublicado em 20/10/2026
Dia Mundial da Pólio: por que a vacina inativada (VIP) ainda importa para crianças, adultos e viajantes

No dia 24 de outubro é celebrado o Dia Mundial de Combate à Poliomielite. A data é um bom lembrete de que a paralisia infantil, que parece coisa do passado para muitas famílias, ainda circula em algumas regiões do planeta. E, como lembra a Organização Mundial da Saúde (OMS), a pólio não tem cura: ela só pode ser prevenida com vacinação.

Neste post, explicamos o que é a doença, por que a proteção continua necessária e como organizar as doses com a vacina inativada (VIP), da infância à vida adulta.

O que é a poliomielite

Segundo a OMS, a pólio é uma doença altamente contagiosa causada por um vírus que invade o sistema nervoso e pode provocar paralisia total em questão de horas. A transmissão acontece principalmente de pessoa para pessoa, pela via fecal-oral, e com menos frequência por água ou alimentos contaminados. O vírus se multiplica no intestino.

A maior parte das infecções passa despercebida: a OMS informa que até 90% das pessoas infectadas têm sintomas leves ou nenhum sintoma. Quando aparecem, os primeiros sinais incluem febre, cansaço, dor de cabeça, vômitos, rigidez no pescoço e dor nos membros. O problema é que uma em cada 200 infecções leva a uma paralisia irreversível, geralmente nas pernas. Entre as pessoas que ficam paralisadas, de 5% a 10% morrem quando os músculos da respiração são atingidos.

Se a doença está tão controlada, por que vacinar?

Os números mostram o tamanho da conquista. De acordo com a OMS, os casos causados pelo poliovírus selvagem caíram mais de 99% desde 1988, quando havia cerca de 350 mil casos em mais de 125 países. A entidade estima que mais de 20 milhões de pessoas hoje caminham normalmente graças à vacinação.

Mas o trabalho não terminou. A transmissão do poliovírus selvagem continua em áreas do Afeganistão e do Paquistão, e a OMS reforça que, embora a doença afete principalmente crianças menores de 5 anos, qualquer pessoa não vacinada, em qualquer idade, pode ser infectada. Enquanto o vírus circular em algum lugar do mundo, manter a carteirinha em dia é o que impede que ele volte a se espalhar.

A vacina inativada (VIP) no calendário da criança

A vacina inativada contra a poliomielite é feita com vírus inativados, ou seja, sem capacidade de causar a doença, e é aplicada por injeção. A Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) recomenda a VIP em todas as doses do esquema infantil:

  • Três doses aos 2, 4 e 6 meses de vida;
  • Um reforço aos 15 meses;
  • Um segundo reforço entre 4 e 6 anos, de preferência com vacina combinada (DTPa-VIP ou dTpa-VIP).

Na vacinação particular, a VIP costuma vir dentro de vacinas combinadas, o que reduz o número de picadas em cada visita. No Instituto Hórus, a vacina hexavalente protege contra seis doenças, incluindo a pólio e a hepatite B, a vacina pentavalente inclui a pólio inativada para as doses seguintes e o reforço, e a dTpa-VIP é uma opção para o reforço dos 4 a 5 anos. A escolha entre elas depende da idade e do histórico da criança, por isso é definida na avaliação da carteirinha.

Adolescentes e adultos que vão viajar

Muita gente não sabe, mas a pólio também entra no planejamento de viagens. O calendário SBIm 2026/2027 orienta que adolescentes e adultos que pretendem viajar para países onde a poliomielite é endêmica recebam a vacina dTpa combinada à pólio inativada, a dTpa-VIP. Ela também pode substituir a dTpa no reforço de rotina contra difteria, tétano e coqueluche.

Se você tem viagem marcada, vale trazer o roteiro para a consulta. Assim conseguimos revisar, de uma vez, as outras vacinas que podem ser indicadas para o destino. Temos um guia sobre o assunto em vacinas para viajantes.

Como a vacinação funciona no Instituto Hórus

Tudo começa com a avaliação individual da carteirinha. Nossa equipe confere as doses já aplicadas, identifica o que falta e indica a vacina mais adequada para cada fase da vida. Alguns diferenciais da nossa rotina:

  • Vacinas monodose, em frasco único, abertas na hora da aplicação;
  • Atendimento na clínica, na Rua Borges Lagoa, 971, Vila Clementino, São Paulo;
  • Vacinação domiciliar, ideal para bebês e famílias com rotina corrida;
  • Vacinação in company, para empresas que querem cuidar da saúde das equipes.

O Dia Mundial da Pólio é um bom pretexto para abrir a gaveta, achar a carteirinha da família e conferir se está tudo em dia. Se ficou alguma dúvida, a gente olha junto com você.

Este conteúdo é informativo e não substitui a orientação de um profissional de saúde. A indicação de cada vacina é confirmada na avaliação individual, de acordo com a idade, o histórico vacinal e os planos de viagem de cada pessoa.

Agende a avaliação da carteirinha e mantenha a proteção contra a pólio em dia.

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